Descubra as Macroalgas Invasoras
Macroalgas Invasoras nas Praias do Algarve
Explore os impactos e saiba como você pode ajudar a monitorar este fenômeno natural.
Entenda o Fenômeno
Recursos Educativos
- Mitos e Verdades
- Ciência Cidadã
- Compostagem com Algas
- Teste seu Conhecimento – Quiz
Participação Comunitária
O Fenômeno das Macroalgas no Algarve
O litoral do Algarve tem vindo a enfrentar um problema ambiental cada vez mais preocupante: a presença crescente de macroalgas invasoras. Estas algas, quando se acumulam em grandes quantidades nas praias, não afetam apenas a paisagem, trazem também desafios importantes para o ambiente, para a economia local e até para a saúde pública.
Perceber que espécies estão envolvidas, como chegam e se espalham, quais os seus impactos e que soluções podemos aplicar é essencial para proteger a biodiversidade marinha e garantir a qualidade de vida das comunidades costeiras.
Esta página reúne o que já se sabe sobre o tema, com base em estudos científicos e informações atuais, para oferecer uma visão clara e completa deste fenómeno no Algarve.
Mitos e Verdade sobre esse fenômeno
Participe da Monitorização Comunitária
A monitorização comunitária é importante para entender e mitigar os impactos das macroalgas invasoras. Ao enviar fotos e dados, você contribui para a pesquisa e proteção dos nossos ecossistemas marinhos.
Envie suas Observações Agora
Entenda o Fenômeno
Por Que as Macroalgas Invadem as Praias do Algarve?
As macroalgas invasoras são um fenômeno natural que ocorre devido a uma combinação de fatores ambientais e humanos. O aumento das temperaturas do mar, associado a correntes oceânicas específicas, cria condições ideais para a proliferação dessas algas. Além disso, a poluição e o excesso de nutrientes nas águas costeiras, muitas vezes resultantes de atividades humanas, contribuem para o crescimento descontrolado dessas espécies. É importante esclarecer que a presença dessas algas não está relacionada à falta de limpeza das praias, mas sim a processos ecológicos complexos que requerem atenção e compreensão.
Embora possam parecer um incômodo, as macroalgas desempenham um papel importante nos ecossistemas marinhos. Elas fornecem habitat e alimento para diversas espécies marinhas. No entanto, quando em excesso e quando invasoras, podem causar desequilíbrios ecológicos e afetar negativamente o turismo e as atividades de pesca. Por isso, é fundamental que todos compreendam as causas desse fenômeno e colaborem para mitigar seus impactos.
Espécies Invasoras no Algarve
Principais Espécies de Macroalgas Invasoras
As praias do Algarve têm sido afetadas por várias espécies de macroalgas invasoras, que incluem a Rugulopteryx okamurae, conhecida por sua rápida expansão e impacto negativo nos ecossistemas locais.
Outra espécie preocupante é a Asparagopsis armata, que pode alterar significativamente o habitat marinho e competir com as espécies nativas. A Sargassum muticum também é uma presença comum, conhecida por formar densos tapetes que afetam a biodiversidade costeira.
Rugulopteryx okamurae
A Rugulopteryx okamurae é uma alga castanha (Divisão Ochrophyta, Classe Phaeophyceae) originária das águas temperadas do noroeste do Pacífico, nomeadamente do Japão e da Coreia do Sul.
A sua presença em Portugal continental foi registada pela primeira vez em 2021, na Praia Dona Ana, em Lagos, marcando um ponto de viragem na gestão costeira da região. Esta espécie é reconhecida pelo seu comportamento altamente invasivo e pela sua notável resiliência.
Possui uma elevada capacidade de adaptação a diferentes condições ambientais e uma taxa de crescimento rápida, o que lhe permite colonizar vastas áreas em curtos períodos.
A R. okamurae fixa-se preferencialmente em substratos rochosos, formando densos tapetes que podem cobrir e sufocar espécies nativas, incluindo corais e outras algas bentónicas, alterando drasticamente a estrutura e a função dos ecossistemas marinhos.
A sua biomassa, quando desprendida e acumulada nas praias, entra em decomposição, libertando gases com odor sulfuroso desagradável (sulfureto de hidrogénio) e contribuindo para a anoxia (escassez de oxigénio) nos sedimentos, afetando a macrofauna bentónica e a qualidade da água costeira.
Asparagopsis armata
A Asparagopsis armata é uma alga vermelha (Divisão Rhodophyta, Classe Florideophyceae) com origem nas águas temperadas e subtropicais da Austrália e Nova Zelândia.
Embora menos proeminente em termos de acumulações massivas nas praias do que a R. okamurae no Algarve ocidental, a A. armata tem sido identificada como uma espécie invasora na zona central do Algarve, entre Albufeira e Faro, com registos de acumulações em 2021 e 2022.
Esta alga é conhecida pela sua capacidade de produzir compostos halogenados, que podem ter efeitos alelopáticos sobre outras espécies, conferindo-lhe uma vantagem competitiva. A sua presença pode alterar as comunidades de algas nativas e impactar a cadeia alimentar marinha. A A. armata possui um ciclo de vida complexo, com alternância de gerações, o que pode facilitar a sua dispersão e estabelecimento em novos ambientes.
Entenda o Fenômeno
Mecanismos de Introdução e Dispersão
Navegação Marítima
A navegação marítima é considerada a principal via de introdução de espécies marinhas exóticas a nível global.
Navios de carga, embarcações de recreio e barcos de pesca podem transportar esporos, fragmentos de algas ou até mesmo indivíduos inteiros através de diversos mecanismos:
Água de Lastro: A água de lastro, utilizada para estabilizar os navios, é recolhida num porto e descarregada noutro, podendo transportar uma vasta gama de organismos marinhos, incluindo propágulos de algas.
Bioincrustação (Fouling): Os cascos dos navios, hélices e outras estruturas submersas podem servir de substrato para a fixação e crescimento de algas. O transporte de navios entre regiões geográficas distintas pode levar à introdução de espécies em novos ambientes.
Equipamentos de Pesca e Mergulho: A movimentação de equipamentos de pesca, redes e material de mergulho entre diferentes locais pode inadvertidamente transferir fragmentos de algas ou esporos, contribuindo para a sua dispersão local e regional.
Aquacultura
A aquacultura, embora vital para a produção de alimentos, pode ser uma via de introdução e dispersão de espécies invasoras. A movimentação de stocks, equipamentos ou estruturas entre diferentes instalações de aquacultura pode facilitar a transferência de algas exóticas para novos locais.
Além disso, a fuga de espécies cultivadas que transportam epífitas invasoras pode contribuir para a sua disseminação no ambiente natural.
Correntes Marítimas e Eventos Climáticos
Uma vez estabelecidas, as macroalgas invasoras podem ser dispersas por mecanismos naturais. As correntes marítimas desempenham um papel crucial no transporte de fragmentos de algas ou de indivíduos desprendidos para novas áreas costeiras. Eventos climáticos extremos, como tempestades e marés agitadas, podem intensificar este processo, desprendendo grandes quantidades de algas dos substratos rochosos e arrastando-as para as praias, onde se acumulam.
Este fenómeno é particularmente relevante para a R. okamurae, cujo crescimento em rochas a torna suscetível a ser arrastada para o areal em condições de mar mais agitado.
Entenda o Fenômeno
Mecanismos de Arrojamento na Costa
Fatores Biológicos
Ciclo de Vida e Crescimento: As macroalgas invasoras, como a Rugulopteryx okamurae, possuem elevadas taxas de crescimento e reprodução, formando grandes massas de biomassa. A sua capacidade de se fixar em diversos substratos rochosos e de se espalhar rapidamente contribui para a disponibilidade de material para arrojamento.
Desprendimento: O desprendimento das algas do substrato pode ocorrer naturalmente devido ao envelhecimento, mas é significativamente intensificado por:
-
- Ação de Ondas e Correntes: Ondas fortes e correntes intensas exercem stress mecânico sobre as algas fixas, levando ao seu desprendimento, especialmente em zonas de maior exposição.
- Eventos Climáticos Extremos: Tempestades, ressacas e ventos fortes aumentam drasticamente a energia do mar, desprendendo grandes quantidades de algas e arrastando-as para a costa.
Fatores Oceanográficos e Meteorológicos
Uma vez desprendidas, a direção e a intensidade do arrojamento são determinadas por uma combinação de fatores:
- Correntes Marítimas: As correntes costeiras e oceânicas atuam como transportadores primários da biomassa algal. A direção e a velocidade das correntes determinam as rotas de transporte e as áreas de acumulação potencial. No Algarve, a dinâmica das correntes pode variar sazonalmente e sob a influência de sistemas de pressão.
- Ventos: A direção e a intensidade do vento são cruciais, especialmente para as algas que flutuam na superfície ou que estão em suspensão na coluna de água. Ventos persistentes de uma determinada direção podem empurrar as massas de algas em direção à costa, concentrando-as em praias específicas. Por exemplo, ventos de quadrante sul ou sudoeste podem favorecer o arrojamento nas praias viradas a sul do Algarve.
- Marés: O ciclo das marés influencia a linha de costa onde as algas são depositadas. Marés vivas (com maior amplitude) podem arrastar as algas para zonas mais elevadas do areal, enquanto marés mortas podem concentrá-las mais perto da linha de água.
- Temperatura da Água: Embora não cause diretamente o arrojamento, a temperatura da água influencia o crescimento e a proliferação das algas. Temperaturas mais elevadas, associadas ao aquecimento global, podem favorecer o crescimento de algumas espécies invasoras, aumentando a biomassa disponível para arrojamento.
- Morfologia Costeira: A forma da costa, a presença de baías, enseadas e promontórios, e a orientação das praias em relação aos ventos e correntes dominantes, influenciam significativamente os padrões de acumulação. Praias em baías abertas a ventos e correntes dominantes são mais suscetíveis a grandes arrojamentos.
Iniciativas para Gerir as Macroalgas Invasoras
- Remoção mecânica controlada
- Transformação em fertilizantes, bioplásticos ou ração
- Monitorização com apoio de ciência cidadã
- Educação ambiental para reduzir mitos e alarmismo
Portugal já desenvolve projetos como o ALGREEN, AlgaBioTec e SEABIOPLAS, com foco em reaproveitamento sustentável e economia circular.
Pode fazer fertilizante em casa com algas?
Sim! As algas arrojadas podem ser compostadas e transformadas em adubo, desde que sejam:
✅ Lavadas com água doce
✅ Misturadas com matéria seca (folhas, serradura)
✅ Compostadas ao ar livre, com ventilação e sem sal em excesso
Perguntas Frequentes sobre Macroalgas Invasoras
As macroalgas invasoras são espécies que se proliferam rapidamente, causando impactos significativos nos ecossistemas locais. Elas são frequentemente vistas nas praias do Algarve, especialmente durante certas épocas do ano.
Por que essas algas chegam às praias?
As correntes marítimas e as condições climáticas específicas do Algarve facilitam a chegada dessas algas às praias. Elas são transportadas de outras regiões e encontram condições ideais para se desenvolverem aqui.
Elas fazem mal ao ambiente?
Sim, as macroalgas invasoras podem sufocar espécies nativas, alterar habitats e reduzir a biodiversidade local, impactando negativamente o equilíbrio ecológico.
O cheiro forte é prejudicial?
Embora o cheiro possa ser desagradável, ele não é prejudicial à saúde humana. No entanto, pode indicar a decomposição das algas, que é um processo natural.
Elas podem ser removidas?
Sim, mas a remoção completa é difícil. A solução passa por controlo ecológico e aproveitamento sustentável da biomassa.
Como posso ajudar?
Você pode ajudar participando de programas de monitorização comunitária, enviando fotos e dados sobre as algas que encontrar, e divulgando informações corretas sobre o fenômeno.
Qual é o impacto econômico?
As macroalgas invasoras podem afetar o turismo e a pesca local, causando prejuízos econômicos significativos para as comunidades costeiras.
Teste seus conhecimentos
Concurso Escolar
Desenhos e Ideias
O Concurso de Desenhos e Ideias é uma iniciativa destinada a escolas, incentivando alunos a expressarem suas percepções sobre as macroalgas invasoras através da arte. As contribuições serão exibidas em nossa galeria online, destacando a criatividade e o engajamento dos jovens com a conservação marinha.
Incentive a Criatividade
Convidamos alunos – e não só – a enviar desenhos, histórias ou ideias criativas sobre o mar e as algas.
Os participantes terão a oportunidade de ver seus trabalhos exibidos em eventos locais e no site da SOMAR, promovendo a consciencialização sobre a importância da biodiversidade marinha. As melhores ideias serão premiadas e poderão inspirar futuras ações de conservação.
Legislação e Proteção
Medidas Legais para Proteger o Algarve das Macroalgas
- O Decreto-Lei n.º 92/2019 regula o controlo de espécies invasoras.
- A apanha de algas para consumo próprio é livre, mas para fins comerciais exige licença.
- Estratégia Nacional para a Gestão da Macroalga Invasora Rugulopteryx okamurae: O Governo Português aprovou esta estratégia, que visa delinear um plano de ação coordenado para o controlo e gestão desta espécie. A estratégia foca-se na monitorização, investigação, gestão e valorização da biomassa.
Portaria n.º 270-A/2025/1, de 23 de julho – Diário da República
- Grupo de Trabalho Nacional para a Gestão das Macroalgas Invasoras: Criado para promover a cooperação e a coordenação entre diversas entidades (CCDR Algarve, municípios, instituições científicas, etc.) na busca por soluções integradas para o problema das algas invasoras
Notícias
Notícias sobre o tema
Título e link de acesso
Data
Fonte
23 Julho, 2025
21 Outubro, 2024
PÚBLICO
SIC Notícias
17 Outubro, 2024
Algarve Marafado
22 Junho, 2024
CNN Portugal
28 Junho, 2023
DNOTÍCIAS
28 Junho, 2023
Rádio Renascença
26 Junho, 2023
POSTAL
26 Junho, 2023
PÚBLICO
12 Abril, 2023
Indústria e Ambiente
24 Setembro, 2021
Essência do Ambiente
entenda o fenômeno
Referências Bibliográficas
Blanco, A., Larrinaga, A. R., Neto, J. M., & Troncoso, J. (2021). Spotting intruders: Species distribution models for managing invasive intertidal macroalgae. Journal of Environmental Management, 281, 111867. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301479720317862
Bommarito, C., Noè, S., Díaz-Morales, D. M., Lukić, I., & Rindi, F. (2024). Co-occurrence of native and invasive macroalgae might be facilitated under global warming. Science of The Total Environment, 912, 169087. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969723077173
Borriglione, M., Ruitton, S., Boyer, F., Thibault, D., & Verlaque, M. (2024). Impact of the invasive brown alga Rugulopteryx okamurae on the benthic communities in the Northwestern Mediterranean Sea. Estuarine, Coastal and Shelf Science, 296, 108608. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0272771424003986
CCDR Algarve. (2025). CCDR Algarve acolhe Primeira Reunião do Grupo de Trabalho Nacional para Gestão das Macroalgas. Disponível em: https://www.ccdr-alg.pt/site/info/ccdr-alg-acolhe-primeira-reuniao-do-grupo-de-trabalho-nacional-para-gestao-das-macroalgas
Frey, M. A., Simard, N., Robichaud, D. D., & Martin, J. L. (2014). Fouling around: vessel sea-chests as a vector for the introduction and spread of aquatic invasive species. Management of Biological Invasions, 5(1), 39-48. Disponível em: https://www.reabic.net/journals/mbi/2014/1/MBI_2014_Frey_etal.pdf
Gollasch, S., Minchin, D., & David, M. (2014). The transfer of harmful aquatic organisms and pathogens with ballast water and their impacts. In: Marine and Maritime Transport and Ballast Water Management (pp. 66-81). Springer. Disponível em: https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-94-017-9367-4_3
Hanley, M. E., Firth, L. B., & Foggo, A. (2024). Victim of changes? Marine macroalgae in a changing world. Annals of Botany, 133(1), 1-12. Disponível em: https://academic.oup.com/aob/article-abstract/133/1/1/7444981
Herrero, J. J., Simes, D. C., Abecasis, R., Relvas, P., & Serrão, E. A. (2023). Monitoring invasive macroalgae in southern Portugal: drivers and citizen science contribution. Frontiers in Environmental Science, 11, 1324600. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/environmental-science/articles/10.3389/fenvs.2023.1324600/full
International Maritime Organization (IMO). International Convention for the Control and Management of Ships’ Ballast Water and Sediments (BWM Convention). Disponível em: https://www.imo.org/en/OurWork/Environment/Pages/BallastWaterManagement.aspx
Laamraoui, M. R., Mghili, B., Roca, M., Chaieb, O., & Benhissoune, S. (2024). Rapid invasion and expansion of the invasive macroalgae Rugulopteryx okamurae in the Mediterranean and Atlantic: A 10-year review. Marine Pollution Bulletin, 200, 116064. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0025326X24011718
Liulea, S. (2021). Invasion of the Reds? Long-Term Shifts on Intertidal Seaweed at Distribuition Limits. [Dissertação de Mestrado, Universidade do Algarve]. Disponível em: https://search.proquest.com/openview/b45be1e8b2271e19656f39506dc8d4a1/1?pq-origsite=gscholar&cbl=2026366&diss=y
Lins, D. M., & Rocha, R. M. (2023). Marine aquaculture as a source of propagules of invasive fouling species. PeerJ, 11, e15456. Disponível em: https://peerj.com/articles/15456/
Milledge, J. J., & Smith, B. (2016). The marine macroalga Sargassum muticum as a feedstock for bioethanol production. Journal of Applied Phycology, 28(2), 1031-1040. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s10811-015-0630-9
Mogollón, S. L., Zilio, M. I., Buitrago, E. M., & Mogollón, J. L. (2024). Economic impact of Rugulopteryx okamurae (Dictyotales, Ochrophyta) along the Andalusian coastline: the case of Tarifa, Spain. Wetlands Ecology and Management, 32(2), 209-222. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11273-023-09951-2
Neilson, B. J., Wall, C. B., Mancini, F. T., & Gewecke, C. A. (2018). Herbivore biocontrol and manual removal successfully reduce invasive macroalgae on coral reefs. PeerJ, 6, e5332. Disponível em: https://peerj.com/articles/5332/
Portaria n.º 270-A/2025/1, de 23 de julho – Diário da República. Disponível em: https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/270-a-2025-925934050
Rodríguez-Martínez, R. E., & Reali, M. Á. G. (2024). Temporal and spatial variation in hydrogen sulfide (H2S) emissions during holopelagic Sargassum spp. decomposition on beaches. Environmental Pollution, 347, 123560. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0013935124001397
Silva, C. O., Lemos, M. F. L., Gaspar, R., & Gonçalves, C. (2021). The effects of the invasive seaweed Asparagopsis armata on native rock pool communities: Evidences from experimental exclusion. Ecological Indicators, 122, 107290. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1470160X2100128X
Apoio e Contato
As informações nesta página são atualizadas regularmente. Última atualização: 08.2025
Para mais informações sobre como você pode se envolver ou apoiar nossos projetos, clique no botão de contato abaixo. Juntos, podemos trabalhar para um futuro mais sustentável e mais azul.
Entre em Contato Conosco
Dúvidas, Comentários e Sugestões
Estamos aqui para ouvir suas dúvidas e sugestões sobre as macroalgas invasoras. Sua opinião é importante para nós e ajuda a melhorar nossas ações de conservação.
Envie Sua Mensagem
O projeto de disseminação de conhecimento sobre as macroalgas invasoras no Algarve é dinamizado pela SOMAR – Associação de Conservação Marinha e Bioacústica com o apoio da Câmara Municipal de Lagos.